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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Daniel Mordzin x Praça 29 de Março

Foram quatro dias intensos de Daniel Mordzin na tradicional borda da Praça 29 de Março em Curitiba.



Pablo Vaz estava na missão e registrou alguns momentos de força, persistência e alegria de Daniel Mordzin, até conseguir acertar a manobra na sequencia que tentava a quatro dias incessantemente, e mais este nollie noseslide na tradicional borda da Praça 29 de Março.






Para ver outras fotos de Daniel Mordzin na Praça 29 de março, acesse o blog de [ PABLO VAZ ].




Fonte: OUS 
Via - campeonatosdeskate

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Crie a Legenda para a foto do skatista Bob Burnquist

Participe desta super promoção da Ogio, junto com o fotógrafo Pablo Vaz


Curta a fanpage da OGIO BRASIL e do PABLO VAZ no Facebook. Em seguida, publique no mural da OGIO BRASIL a legenda para a foto do skatista Bob Burnquist no X Games 2011.

O período para as publicações das legendas vai de 24/10 à 03/11. A divulgação do resultado será no dia 04/11 e o próprio Pablo Vaz definirá a melhor legenda.

O prêmio para o vencedor é uma Ogio Colonel modelo Onslaught Steel !!!

Participe curtindo e acessando: OGIO BRASIL e PABLO VAZ

sábado, 17 de setembro de 2011

Revista 100% Skate Edição 32 Ano 16

Já Disponível na Planet Imports Skate Shop
 
Capa
Alex Carolino, frontside nollie heelflip
Foto: Pablo Vaz

Matérias Principais

Especial Fotografia
A incapacidade de separar o Skate da fotografia

O Skate é uma arte plástica. Sua estética é formada por movimentos criativos, impulsionados pela mente e pelo corpo. E essa criatividade, catalisada pela personalidade e atitude dos praticantes, encaixa-se perfeitamente no retângulo do visor fotográfico. É sim, o skate é fotogênico e o seu vocabulário sempre foi bem mais visual. Além disso, a história do skate foi contada, através das décadas, pelas revista e vídeos. Nessa trajetória os talentosos skatistas perceberam que seu reconhecimento tomava um novo rumo quando uma grande foto ou imagem em vídeo era publicada. Andar de skate, mesmo na sua mais pura essência, precisava desse registros e os fotógrafos e videomakers passaram a ter um lugar de destaque nesse cenário. E melhor ainda, os próprios skatistas passaram a fotografar. Pelo prazer de registrar, eternizar uma vida que fazia sentido pra eles. Hoje, tanto o Skate, quanto as imagens que contam sua história, estão em um estágio de evolução e maturidade bem avançado, a ponto de dizermos que eles são inseparáveis. Portanto, como uma publicação mensal que conta a história do Skate brasileiro, temos que dedicar uma edição inteira a arte da fotografia no país. E não só por obrigação, mas pelo prazer que dá em admitir nossa incapacidade. A de separar duas coisas que amamos: manobrar e clicar.

Revirando o arquivo
Um resgate fotográfico de imagens que contam a história do Skate nacional e fazem parte do acervo da CemporcentoSKATE.

Fabiano Lokinho
Uma entrevista com um fotógrafo ou com um skatista? Melhor assim: Fabiano Lokinho é um indivíduo que vive skate, e não pode se afastar dele. Esteja de que lado estiver.

Projeto Diafra
O Diafra é um projeto fotográfico do universo do Skate. Dois fotógrafos brasileiros, Alexandre Vianna e Fabiano Lokinho, uniram um material produzido em viagens pelo Brasil e pelo mundo, que tinham em comum uma diferente visão do ato de registrar o universo do Skate.

Skate na Galeria
A mostra multimídia "Apropriação - Meu Centro é o Skate" leva imagens históricas do skate no Centro da Cidade de São Paulo para dentro da Galeria Olido.

Concha Especial — Fotocapas
Por: Marcelo Viegas
12 capas que são uma foto, e nada mais.
Zero manipulação gráfica. Se o nome da banda aparece, é porque estava na foto original. Esse foi o critério dessa lista, além, é claro, da qualidade musical: qualquer um desses 12 discos é altamente recomendado para ouvidos atentos de todas as idades. Músicas boas, fotos boas, boas pedidas!

Trilha Sonora — Photosynthesis (Alien Workshop)
Texto: Douglas Prieto
Lançado em 2000, Photsyntesis é o terceiro vídeo da Alien Workshop, marca que construiu uma identidade de forma exemplar, usando receitas aparentemente simples (como manter nomes importantes no time por muitos anos, por exemplo), mas com resultados saborosos: você aprendeu a identificar um vídeo (ou um shape, ou um anúncio) da Alien sem precisar ler nada. Sua mente foi controlada.

Colação Especial — Fotógrafos
Link
Raphael Kumbrevicius, 24 anos, 4 de fotografia - São Paulo-SP
Renato Riani, 31 anos, 5 anos de fotografia - Guarulhos-SP
Leandro Franco Rosa "Moska", 25 anos, 8 anos de fotografia, Campo Limpo Paulista-SP

Colunas

Calçada (Douglas Prieto) O Papel do Colunista
C’est La Vie (Rodrigo K-b-ça) Parece, mas não é
C’365 (Fabio Amad Bitão) Fé-Força-Foco

Acesse: REVISTA 100% SKATE

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A realização de Guilherme Trakinas

Embarcar rumo à terra prometida, Califórnia, onde tudo começou, tudo acontece e onde parece que o sol mais brilha, é o sonho de todo e qualquer mortal skatista do mundo e, também, do Brasil. O curitibano Guilherme Trakinas também compartilhava desse sonho e há anos se imaginava no momento que pisaria pela primeira vez em solo americano.

Após anos de dedicação ao skate e muito trabalho realizado, Trakinas foi recompensado por um de seus patrocinadores com uma passagem para a Califa e não perdeu tempo. Aproveitou que seu maior amigo, Filipe Ortiz, estava de malas prontas e se jogou junto para realizar esse sonho.

Já em solo americano, ele abriu o jogo e nos confidenciou como tem sido sua nova fase de descobertas e aprendizado. Com os nossos parabéns e desejo de sorte, Guilherme Trakinas.

Salve Trakinas, há quanto tempo você já está nos Estado Unidos?
Já estou há três semanas e três dias

Três semanas já é um bom tempo.. A viagem tem superado suas expectativas?
É. Já de pra ver como são as idéias daqui. Já superou minhas expectativas, porque eu achava que aqui andar de skate seria mais fácil, os picos mais fáceis por ser tudo mais liso. Mas é tudo normal, os picos bons e ruins, vários picos cabreiros que via nas imagens e achava fácil, chega aqui e vê o quão difícil foi o trampo dos caras. Na minha imaginação era uma coisa, mas aqui vejo que é mais da hora do que eu imaginava, pelo menos comigo tem sido assim.

Quais as maiores dificuldades que tem enfrentado?
A dificuldade mesmo é de falar pouco inglês, mas já estou aprendendo, começando a entender, só não consigo falar direito. Mas já já to no linguajar. uahuah.. As comidas apimentadas também são complicadas, tem que tomar cuidado porque tem pimenta em tudo.

Você está morando onde?
Estou em Costa Mesa, Califórnia. Morando em uma garagem com o Filipe Ortiz.


Seu maior "guia" é o Ortiz, já que ele praticamente mora por aí. Como você imagina que seria essa viagem sem ele pra te ajudar e estar lado a lado?
Vishhh… Se eu viesse sem o Filipe acho que nem desceria do avião. uahuaha.. Já está mais tranqüilo, até me viro, mas nos primeiros dias dava até raiva de depender tanto dele. Ele tem me ajudado muito mesmo aqui. Sem palavras, irmão!

E o que mais te chamou a atenção até agora?
O que mais me chama a atenção é ver que aqui é tudo muito certo, as coisas, as pessoas… Não se pode fazer nada fora da lei que já era, toma multa e pode até não poder voltar mais para cá, por besteira. E tem também o fato do calor intenso que é aqui. Sou acostumado com três dias de sol e quatro de chuva aí no Brasil e aqui é três chuvas por ano. hahaha. Mas eu gosto muito disso, prefiro mais o calor do que o frio e chuva.

Fale sobre os picos pra andar de skate. Melhor do que imaginava?
Os picos são outra idéia. A maioria são todos perfeitos, mas mesmo assim são difíceis. Você cola nos picos que os caras deram as manobras e é aí que você ve mesmo qual é a pegada, qualquer coisa é difícil, tem que estar com o skate no pé e a cabeça no lugar. Corrimão aqui não falta, praticamente todas as escolas têm picos, mas o problema é chegar até eles. Eu imaginava que seria fácil chegar se jogando em qualquer pico, mas na hora não é bem assim, sem carro aqui não rola e tem que ser esperto e escolher bem os picos que você realmente quer andar.


E até quando pretende ficar por aqui?
Pretendo ficar até novembro, mais dois meses e meio pela frente! So happy, skateboard all times!

Qual foi a emoção de pisar na Califórnia pela primeira vez? E essa emoção ainda continua? O que vc sente quando para pra pensar que está na Califa?
Eu me emocionei muito mesmo na hora que cheguei. Fiquei uns dois dias apavorado olhando para todos os lados tentando não perder nada que eu via, muito da hora. Até hoje estou assim, mas agora já me acostumei. A vida aqui é normal, as pessoas trabalham, vão para casa, sei lá… MAs digo que para o skate a vida aqui é bem mais fácil que no Brasil.

Outro dia a gente estava falando sobre esse lance de estar aqui…É mais fácil do que parece né?! Antes de vir parece que é impossível, mas aqui já vê que não é tanto.. E ano que vem já tem planos de voltar?
É bem isso, não tem que se preocupar com nada. Se você está vindo com todos os documentos certos e com as idéias certas, é só chegar que é muito de boa. Na imigração procure passar em um guinche com um agente homem, foi um conselho que me deram e foi tudo tranqüilo. Pretendo voltar ano que vem, logo no começo do ano. Vou fazer os corres para tudo dar certo e poder andar de skate aqui, no Brasil e onde mais tiver e puder andar.

Então, sonho realizado?
Um pouco do sonho sim, mas falta uma caminhada ainda para esse sonho estar completamente realizado do jeito que eu realmente quero.

Texto e Fotos: Pablo Vaz
Fonte: ESPN BRASIL